quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Tipos de inceticidas e herbicidas

Aguardem:

Tipos de inceticidas

RECEITA DE INSETICIDA NATURAL
Uma receita simples que todo mundo tem em casa e pode fazer: é o seguinte, coloque uma colher de sopa de detergente em pó e 200ml de vinagre para cada 5 litros de água.
Essa receita combate a formigas vermelhinhas, a famosa lava pé e também pulgão. Já testei e aprovei.

domingo, 26 de julho de 2009

Adubos orgânicos e químicos

Adubos orgânicos:

adubo orgânico; a vantagem é que ele não é químico, ou seja, você faz uma adubação natural. Sendo assim composto por dejetos de vegetais como folhas secas, de verduras e todos os tipos de vegetais que há na natureza. Com a função de fornecer os mesmos nutrientes, que uma adubação química fornece, a adubação orgânica provêem de substratos importantes para o ser humano cultivar, seja ele no jardim ou em outras necessidades agrícolas.
Além de reaproveitar as sobras da cozinha como: cascas de legumes, casca de ovo,etc.Em resumo a adubação orgânica se dá através da compostagem de diversos vejetais da natureza.


Adubos químicos:

Adubos ou fertilizantes são compostos químico que ajudam no desenvolvimento das plantas.
As plantas necessitam de diversos elementos químicos como:

Macronutrientes:

o Carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo, enxofre, cálcio, magnésio e potássio;

Micronutrientes:

o Boro, cobalto, cobre, ferro, manganês, molibdênio e zinco.

Alguns desses elementos estão fartamente disponíveis no meio ambiente de nosso planeta e são diretamente assimiláveis pelas plantas, como carbono, hidrogênio e oxigênio. Outros como nitrogênio, apesar de fartamente disponível na atmosfera, não são diretamente absorvíveis pelas plantas, ou o processo de absorção é muito lento face à demanda produtiva. Para suprir essas deficiências e aumentar a produtividade, chamamos adubo.
Podem ser aplicados através das folhas mediante pulverização manual ou mecanizada, chamada de adubação foliar, via irrigação ou através do solo.
Muitas pessoas ficam em dúvida na hora de adubar suas plantas com fertilizante químico: como funciona, qual fórmula usar, como aplicar? Para facilitar o trabalho, aí vão algumas dicas bem úteis para você poder cultivar sua horta,seu jardim e tantas outras :
1. Os adubos ou fertilizantes químicos geralmente são vendidos em lojas de jardinagem e até em supermercados. Na embalagem, trazem a sigla NPK, mostrando que o produto contém os elementos mais importantes para o desenvolvimento das plantas: o nitrogênio (N); o fósforo (P) e o potássio (K).
Os fertilizantes químicos geralmente são usados para acelerar o processo nas plantas de um modo geral.
Existem formulações diferentes de fertilizantes NPK, baseadas na sua finalidade. Em geral, usa-se:

O NPK 4-14-8

(4 partes de nitrogênio, 14 partes de fósforo e 8 partes de potássio) para espécies que produzem flores e frutos. Ex. hibisco, azaléias, violetas, cítricos como a laranjeira, legumes, etc. Além disso, segundo a maioria dos fabricantes, esta formulação é ideal para ser aplicada no momento do plantio dos vegetais, no preparo do solo, pois o alto teor de fósforo proporciona uma melhor formação e desenvolvimento das raízes e estrutura das plantas.

O NPK 10-10-10

(partes iguais dos 3 elementos) para espécies que não florescem e não produzem frutos, como as samambaias. Segundo os fabricantes, esta formulação também é ideal para ser aplicada em plantas já formadas, na forma de cobertura. Neste caso, pode ser usada em flores, folhagens, hortaliças e frutíferas.

O NPK 15-15-20

(15 partes de nitrogênio, 15 partes de fósforo e 20 partes de potássio), rica em potássio, esta formulação é considerada bem prática, pois pode ser usada também no cultivo hidropônico, sendo indicada especialmente para hortas.
o Também existem no mercado as fórmulas preparadas especialmente para determinadas espécies de plantas ornamentais. É o caso das violetas, orquídeas, rosas e samambaias. Neste caso, os fabricantes elaboram uma fórmula adequada às necessidades nutricionais de cada espécie.
o Uma outra formulação especial já encontrada no mercado é o NPK granulado para gramados, que pode ser aplicado de uma forma bem rápida e prática, simplesmente espalhado sobre o gramado.
3. A freqüência de adubação varia de acordo com a espécie cultivada. Algumas precisam mais outras menos, mas, de forma geral, a adubação pode ser feita a cada dois meses. Mas lembre-se: quanto à dosagem e forma de aplicação, siga rigorosamente as indicações do fabricante, que constam na embalagem do produto.

domingo, 21 de junho de 2009

As bromélias

A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies.
As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores.
As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato.

No cultivo, os gêneros mais comuns são:

•AECHMEA


* Nome Científico: Aechmea fasciata
* Sinonímia: Bilbergia fasciata
* Nome Popular: Aequimea, vaso-prateado, bromélia-aequimea
* Família: Bromeliaceae
* Divisão: Angiospermae
* Origem: Brasil
* Ciclo de Vida: Perene

Uma das bromélias mais comercializadas, a Aequimea é normalmente vendida em vasos. Sua folhagem é rígida, com estriações verticais, espinhos nas bordas e apresenta escamas esbranquiçadas, principalmente quando a planta é jovem. A inflorescência, muito durável, também é rígida, formada por brácteas cor-de-rosa, cheias de espinhos nas bordas, e flores roxas delicadas.

Os frutos são pequenos e arredondados. A floração ocorre quando a planta está madura e recebeu iluminação e nutrientes suficientes. Após a floração a planta emite brotações laterais e morre. Muito indicada para a decoração de interiores durante a floração, após este período deve ser levada ao jardim para locais semi-sombreados, frescos e úmidos.

Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de côco, areia, entre outros materiais, sempre à meia-sombra, irrigadas regularmente. Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe. Profissionalmente pode ser multiplicada por sementes e meristema.

•BILLBERGIA



O gênero foi nomeado em homenagem ao botânico, zoólogo e anatomista sueco Gustaf Johan Billberg.

As plantas deste gênero se desenvolvem principalmente no Brasil, exceto uma espécie que se desenvolve desde o México até a América do Sul tropical.

Estas bromélias são cultivadas como plantas ornamentais por suas brilhantes inflorescências.
•CRYPTANTHUS



A planta tem a roseta aberta, folhas mais estreitas, variegadas com listras longitudinais, às vezes com espinhos, com forma de estrela.

As cores podem ser verdes e creme, verde e rosa, ou as três cores juntas.

Na natureza aparecem em florestas úmidas, pouco iluminadas e de alta temperatura.

Suas flores são brancas e bem pequenas, mas sua floração é pouco chamativa.

A espécie Cryptanthus bahianus é uma planta que cresce em fendas de rochas e sua cor é mais uniforme, avermelhada. Desenvolve-se sob sol e com pouca umidade.

•DYCKIA



Dyckias são novas velhas plantas sul-americanas.Bromélias do solo, habitam rochas e areais e quando florecerem não se desmancham. São adoradoras do sol que foram erguidas com a montanhas, durante a formação das cordilheiras e vales.

•GUZMANIA



* Nome Científico: Guzmania sp
* Nome Popular: Guzmânia, gusmânia, bromélia
* Família: Bromeliaceae
* Divisão: Angiospermae
* Origem: América do Sul
* Ciclo de Vida: Perene

As bromélias do gênero Guzmania são epífitas e apresentam algumas características em comum como folhas largas e macias, com textura coriácea e inflorescência formada por brácteas coloridas e flores tubulares. São descritas mais de 120 espécies de Guzmania e outros tantos híbridos e variedades. Uma das espécies mais conhecida é a G. ligulata, a guzmania-cherry, de inflorescência alta e brácteas vermelhas. Estas bromélias, podem apresentar no entanto folhas, brácteas e flores de várias cores, como vermelho, rosa, vinho, roxo, amarelo, branco, verde, etc; inclusive formas variegadas e estriadas. A floração ocorre no verão.

Devem ser cultivadas à meia-sombra, em substrato próprio para epífitas, como fibras e cascas de coco, cascas de pinus, entre outros materiais, misturados a terra vegetal. Aprecia regas frequentes, sem encharcamento. Podem ser fixadas no tronco de árvores, com sisal ou barbante. Multiplica-se por separação das mudas formadas após a floração quando estas atingirem 2/3 do tamanho da planta mãe e comercialmente por sementes.


•NEOREGELIA



* Nome Científico: Neoregelia sp
* Nome Popular: Neoregelia, ninho-de-passarinho
* Família: Bromeliaceae
* Divisão: Angiospermae
* Origem: Brasil
* Ciclo de Vida: Perene

Neoregelia é um gênero de bromélias de características majoritariamente epífitas e que apreciam a luminosidade. São espécies que tem a capacidade de reter grande quantidade de água no copo central da planta, formado pela disposição em roseta das folhas. Suas folhas são bastante rígidas e brilhantes e podem alterar sua cor para situações de maior ou menor luminosidade ou durante a floração para atrair os polinizadores.

Durante a floração algumas espécies ficam com as pontas das folhas de cor diferente, outras alteram apenas a cor das folhas em torno da inflorescência. Na maioria das vezes esta cor se altera para o vermelho e suas tonalidades. As folhas ainda podem apresentar variegações, listras e manchas salpicadas. As flores são normalmente pequenas, de coloração branca, rósea, púrpura ou azul. Após a floração a planta emite brotações laterais ou estolhos, dos quais surgirão novas plantas.

Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de côco, areia, entre outros materiais. A luz é um fator importante para esta bromélia, que pode receber luz direta durante as horas mais frescas do dia, como pela manhã e à tardinha e meia sombra no resto do dia. Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe. Profissionalmente pode ser multiplicada por sementes e meristema.


•NIDULARIUM



As espécies deste gênero são nativas das regiões tropicais e subtropicais úmidas do Brasil.

O gênero foi nomeado para descrever à semelhança de um pequeno ninho ( do latim "nidus" = ninho e "arius" =referente a) produzido pelas inflorescências.

Este grupo de bromélias foi descrito pela primeira vez em 1854 e, devido a semelhança, é confundido com as Neoregelias.

•TILLANDSIA



São plantas aéreas e a maioria habita as árvores e absorve seus nutrientes e umidade do ar, através de escamas prateadas. São mais de 400 espécies e é o género que apresenta o maior número de espécies espalhadas pelas Américas.

São encontradas em desertos, bosques e montanhas da América Central, América do Sul, México e sul dos EUA. No Brasil existem cerca de 40 diferentes espécies de Tillandsia.

O gênero Tillandsia foi nomeado por Carolus Linnaeus em 1738 em honra ao médico e botânico finlandês Dr. Elias Erici Tillandz (originalmente Tillander) (1640-1693).

•VRIESEA




* Nome Científico: Vriesea sp
* Nome Popular: Vriésia, gravatá, bromélia-vriésia, espada-de-fogo
* Família: Bromeliaceae
* Divisão: Angiospermae
* Origem: América Central e do Sul
* Ciclo de Vida: Perene

As vriésias são bromélias epífitas ou terrestres, bastante rústicas e que vegetam bem sob sombra moderada. As plantas mais conhecidas deste gênero são em geral pequenas, com folhas macias, brilhantes, verdes ou avermelhadas e sem espinhos, podendo ter listras amarronzadas. As inflorescências variam quanto à forma, podendo ser espigadas, retas e achatadas ou pendentes e delicadas. A cores mais comuns das brácteas e flores são o amarelo, o laranja e o vermelho.

Originárias de florestas úmidas, não toleram o sol pleno, o frio e ambientes muito secos. É um dos gêneros mais populares, prestando-se a muitas hibridizações comerciais. Sua floração é muito durável, podendo ser mantida em ambientes internos por longos períodos.

Devem ser cultivadas a meia-sombra, em vasos ou jardineiras com misturas apropriadas para epífitas, com materiais como casca e fibra de côco, pedras, areia, musgo, etc. As regas devem ser realizadas sempre que o substrato secar. Multiplica-se por separação das mudas que se formam entorno da planta mãe após a floração, quando estas atingirem 2/3 do tamanho adulto. Comercialmente multiplica-se por sementes.


A maioria das bromélias podem ser plantadas em vasos, mas podemos mantê-las sobre troncos ou xaxim. As Tillandsias, de folhas acinzentadas, não se adaptam ao plantio em vasos, preferindo os troncos.
As bromélias crescem em quase todos os solos, levemente ácidos, bem drenados, não compactados e que propiciem condições de bom desenvolvimento para o sistema radicular. O substrato deve ter partes iguais de areia grossa ou pedriscos, musgo seco (esfagno) ou xaxim e turfa, ou mesmo húmus de minhoca. O importante é que a mistura possibilite uma rápida drenagem. Cryptanthus e Dyckias crescem bem no mesmo tipo de mistura, acrescentando-se, ainda, uma parte de terra ou folhas secas moídas.


As classificações das bromélias:

EPÍFITAS - As bromélias epífitas, na natureza, absorvem pelas raízes apenas os sais minerais que escorrem com a água da chuva ao longo do tronco das árvores, onde estão fixadas. A água depositada nos copos ao centro da roseta, atrai insetos que se decompõem e criam um meio fornecedor de nutrientes à planta.

TERRESTRES - Extraem nutrientes basicamente pela raiz, fixada ao solo.
Algumas regras para o plantio correto:

1. Não enterre demais as bromélias, mantenha a base das folhas acima do solo.
2. Não use um vaso muito grande, pois há perigo de umidade excessiva nas raízes.
3. Não permita que a planta fique "balançando", fixe-a bem, pois isto poderá danificar o tenro desenvolvimento das novas raízes. Estaqueie a planta se necessário, até que as raízes estejam bem desenvolvidas.
4. Coloque sempre uma boa camada de cacos de telha ou pedriscos no vaso, que deve ser sempre furado nas laterais ou no fundo.

REGAS

As bromélias gostam de ter suas raízes molhadas, mas sempre de forma bastante moderada, o mais importante é molhar as folhas e manter sempre o tanque central com água. Quando a temperatura ambiente estiver muito alta, borrife com água as folhas, mas nunca sob luz solar direta e nas horas mais quentes do dia. Plantas de folhas macias apreciam ambiente mais úmido do que plantas de folhas rígidas.

LUMINOSIDADE

Bastante claridade em luz difusa é a condição preferida pela maioria das bromélias. Em geral, plantas com folhas rígidas, estreitas e espinhentas, tal como folhas de cor cinza-esverdeada, cinza, avermelhada ou prateada, gostam de maior luminosidade durante maior período de tempo, em alguns casos até mesmo sol pleno. Plantas de folhas macias, de cor verde ou verde-escura, apreciam locais com menor intensidade de luz, mas nunca um local escuro. As Nidulariuns requerem pouca luz, enquanto as Neoregelias se encontram no outro extremo. O intenso e atraente vermelho translúcido encontrado em muitas Neoregelias desaparece quando a planta é transferida para um local de menor luminosidade.
Como sintomas de pouca luminosidade, as plantas apresentam folhas escuras ou pobres em cor, freqüentemente macias, caídas e bem mais longas que o normal (estioladas). Como sintomas de excesso de luz, temos folhas amareladas, com manchas esbranquiçadas, ressecadas e até com verdadeiras queimaduras.

ADUBAÇÃO

As bromélias devem ser adubadas com muito critério. São extremamente sensíveis e absorvem os nutrientes com muita facilidade pelas folhas. Use um adubo químico de boa qualidade. Adube semanalmente durante os meses de maior intensidade de luz e calor (de agosto a abril). A relação NPK de 2-1-4 com traços de Magnésio parece ser ideal. O Boro (Bo) deve ser evitado por causar queimaduras nas pontas das folhas, o que também ocorre no caso do excesso de Fósforo (P). Cuidado com o Cobre (Cu) que, mesmo em muitas pequenas quantidades, mata a planta. A quantidade de adubo foliar recomendada é de 0,5 g/litro de água usada em aspersão, de qualquer forma nunca supere 2 g/litro.

TEMPERATURA E UMIDADE

As bromélias são plantas tipicamente tropicais, portanto, a maioria aprecia temperaturas elevadas e bons índices de umidade associados a local muito ventilado. As Guzmanias são as que menos apreciam temperaturas altas, e as Tillandsias as mais exigentes em arejamento, enquanto Vrieseas e Nidulariuns gostam de locais com bastante umidade.

PRAGAS E DOENÇAS

As bromélias, apesar de muito resistentes, são suscetíveis a pragas, fungos e doenças como todas as plantas, porém são muito sensíveis a fungicidas e inseticidas, pois absorvem esses produtos facilmente com seu metabolismo. Para combater cochonilhas e pulgões, utilize uma solução de fumo diluída em água. Retire as pragas com uma escova de dentes. Para combater os fungos, utilize uma esponja macia e úmida, com sabão de coco dissolvido em água. Nunca utilize fungicidas à base de Cobre, como a calda bordalesa - lembre-se que o Cobre mata as bromélias. As bromélias são, com freqüência, atacadas por lesmas e lagartas. Tente elimina-las manualmente. Caso necessite aplicar algum inseticida, o mais tolerado é o Malatol, cuja dissolução deve ser feita pela metade do indicado na embalagem.
Lembre-se que a principal causa do ataque de pragas é o desequilíbrio ecológico. Convém lembrar, ainda, que as bromélias são plantas extremamente sensíveis ao ar enfumaçado ou poluído, pois absorvem elementos nocivos, depositados na água do cálice.

FLORAÇÃO

As bromélias florescem somente uma vez durante seu tempo de vida. Após a floração, a planta geralmente desenvolve uma brotação lateral que substituirá a planta que irá morrer. As bromélias atingem a maturidade e florescem em diferentes idades - de meses a dezenas de anos, dependendo da espécie e condições do ambiente, respeitando sempre uma determinada época do ano. Muitas vezes, uma planta não floresce em razão da falta de luminosidade ou outro fator ambiental como, por exemplo, a temperatura. Por outro lado, uma brusca mudança do ambiente pode provocar a floração numa planta adulta. A planta sente-se ameaçada e o instinto de preservação da espécie desencadeia a floração com a finalidade de gerar sementes e brotos laterais: tudo isso para assegurar a sua preservação.
Dependendo da espécie, algumas plantas apresentam inflorescência extremamente exuberante, podendo ser de longa duração. Algumas duram meses, como Aechmea fasciata e a Guzmania denise, outras são breves, duram dias, como muitas das Billbergias.

As bromélias parte 2:

Bromeliaceae é uma família de plantas floríferas pertencente à ordem Poales, representada pelas bromélias (Bromelia sp.).
São quase exclusivamente originárias das Américas, principalmente das florestas tropicais, com apenas um gênero originário da costa da África Ocidental, no Golfo da Guiné. São aproximadamente 1.400 espécies em 57 gêneros. O gênero Ananas é muito cultivado na América do Sul para se produzir a fruta abacaxi. O gênero Bromelia é cultivado em todo mundo para o paisagismo de jardins.
As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentam infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50.
No Brasil, existem bromélias em praticamente todos os ecos-sistemas terrestres.

As bromélias da Mata Atlântica:






















Seus ecos-sistemas associados (restingas, campos de altitude, manguezais, diversas matas) é o bioma mais rico em plantas desta família.

As bromélias do Cerrado:




















Seus ecossistemas associados (campos rupestres, campos e diversos tipos de campos cerrados).

As bromélias da Amazônia:










Incluindo campinaranas, igapós e matas de terra firme.



As bromélias do Semi-Árido:










A conservação das bromélias dentro dos ecossistemas que as abrigam. Para isso, tem incentivado e participado de projetos que visem a proteção de matas, restingas, campos de altitude, campos rupestres, cerrados, enfim, de toda a natureza brasileira.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

As orquídeas que são as maravilha:

Uma breve história das orquídeas no Oriente

Estudiosos falam que a história da cultura das orquídeas começou no extremo oriente, sobretudo no Japão e na China, há cerca de 3.000/4.000 anos. A palavra chinesa para orquídea (lan) já aparece no herbário chinês desde então. Entretanto, não se sabe ao certo quando ela passou a ser cultivada pelo homem e nem se este cultivo foi motivado por razões estéticas ou apenas medicinais.
A primeira referência direta à orquídea encontrada foi feita pelo imperador chinês Sheng Nung, ao dar alguns conselhos sobre o uso do Dendobrium com finalidade medicinal. Confucius (551 - 479 ac. ) também fez referência ao perfume das orquídeas.
No período que vai de 960 a 1279 (Dinastia Sung), muitas monografias e tratados sobre estas plantas foram elaborados na China.
Com a descoberta de novos mundos, outros gêneros de orquídeas (principalmente as epífitas) , até então desconhecidos, passaram a fazer parte do universo europeu, que só conhecia as "orchis" terrestres.
Antigas inscrições astecas falam de como a fava da Vanilla era usada pelos seus ancestrais para perfumar a bebida feita a partir do cacau. Os Maias também a utilizavam.
Os colonizadores espanhóis foram responsáveis pela introdução da utilização da fava, na Europa.
Em 1552, no "Manuscrito de Badianus", pela primeira vez na literatura do Ocidente foi mencionada uma orquídea originária do novo mundo, a "Vanilla". Este primeiro estudo sobre a flora da América do Sul. informava que ela era usada como especiaria, como perfume e sob a forma de poção, indicada para se ter uma boa saúde.
Em 1597, foi publicado o "Herbário de Gerard" (John Gerard - 1542/1612), onde as orquídeas são denominadas Satyrion feminina pois acreditava-se que elas seriam alimento dos sátiros e que seus excessos eram por elas provocados.
Em 1688, John Ray, em sua "História do Plantarum", descreveu a Disa uniflora, a mais bonita orquídea da África do Sul.

Tecnicamente, uma orquídea é qualquer planta pertencente a família botânica Orchidaceae. E o que caracteriza esta família botânica? Basicamente, um conjunto de características bem definidas: primeiro, e mais importante, as partes reprodutoras das plantas são fundidas num único órgão, chamado coluna (ginostêmio).
Assim, tanto o pólen quanto o estima (a área da flor que recebe o pólen quando a flor é polinizada) estão no mesmo órgão. Isto acontece apenas nas orquídeas. Outra característica importante é a presença de seis peças: três mais externas (as sépalas) e três mais internas (as pétalas). A pétala central é modificada para atrair o polinizador (é chamada de labelo). Estas peças podem estar modificadas ou fundidas. Além disto, o labelo pode estar numa posição inferior ou superior. Com estas características, podemos facilmente identificar uma espécie de orquídea. Atualmente, conhecem-se cerca de 20.000 espécies (fora os híbridos). Incluem desde as conhecidas Cattleya, Laelia, Sophronitis, Dendrobium, Cymbidium, etc, até plantas com nomes ainda mais exóticos e virtualmente desconhecidas, como Aa, Wulschlaegella, Rizanthella, Stenia, etc, passando pelas Vanilla, de onde se extrai a baunilha (são consideradas as únicas orquídeas com outro interesse comercial que não o fato de serem plantas ornamentais). Incluem, ainda, desde plantas minusculas, como a Barbodria miersii, que, florida, não passa de 2 ou 3 cm de altura, até plantas como os Grammathophyllum, que parecem palmeiras com milhares de flores simultâneas. Para quem gosta não apenas de beleza, mas também de exotismo, não coisa melhor do que explorar o mundo que é esta bela família botânica.
As orquídeas pertencem a uma família de plantas chamada orchidaceae, é subdividida em mais de 500 gêneros e cada gênero possui de uma a centenas espécies. O número total de espécies oscila em torno de 35.000 espalhadas pelo mundo inteiro. O gênero Isabelia, por exemplo, possui uma única espécie. O gênero Cattleya possui cerca de 70 espécies. E o gênero Bulbophylum tem mais de mil espécies.
As orquídeas mais populares são dos gêneros (C) Cattleya, (L) Laelia (lê-se Lélia), (Onc) Oncidium (uma das espécies é conhecida como Chuva de ouro), (Milt) Miltônia, (Den) Dendrobium, (V) Vanda, (Phap) Phalaenopsis (lê-se Falenópsis) e (Paph) Paphiopedilum (conhecida como sapatinho).
Os atuais métodos empregados na multiplicação das orquídeas em laboratórios, produzem em grande escala, plantas de boa qualidade. O Brasil possui uma variedade riquíssima em espécies nativas de orquídeas. As mais comuns são as Cattleyas e as Laelias sendo, inclusive, a Laelia purpurata, considerada a flor nacional do Brasil.
Nossas condições climáticas permitem o cultivo relativamente fácil dessas plantas e, em grande parte do território nacional, não há necessidade de ambientes climatizados para cultivá-las. Devemos apenas nos preocuparmos inicialmente com a escolha certa das plantas à cultivar, sendo plemamente possível desfrutar de suas lindas florações, mesmo em nossos apartamentos, varandas, terraços etc.
Para que o êxito no cultivo de orquídeas ocorra, alguns fatores relevantes devem sempre ser atendidos e controlados. São eles: luz, temperatura, umidade, calor ventilação, adubação e desinfecção de pragas (tudo aquilo que seja nocivo à planta, como pulgões, ácaros, fungos, vírus, cochinilhas e etc). Além disso, não menos importante, é local onde as plantas ficarão, além de forma correta de serem plantadas e replantadas.


Doenças das orquídeas:


Ácaros e bacteriose em Phalaenopsis
A bacteriose em Phalaenopsis, tem como agente causal mais citado na literatura (ao menos pelo que pude encontrar) a bactéria Pectobacterium carotovora, cujos sintomas de infecção mais comuns são podridão mole (enzimas pectinolíticas liberadas pela Pectobacterium carotovora no tecido interno da planta, mesófilo, degradam pectatos de Cada lamela média que é o “cimento” que une uma célula vegetal a outra) em folhas e podridão mole em pseudobulbos, essa podridão também é chamada de anasarca (regiões encharcadas e de péssimo odor). Além deste agente, citam-se outras bactérias com o potencial de causarem doença em orquídeas no geral, tais como: Pseudomonas sp., Erwinia carotovora, Erwinia chrysanthemi e Acidovorax avenae patovar cattleyae, mas para que sejam devidamente identificadas faz-se necessário testes bioquímicos mais complexos.
Bacterioses em plantas não tem cura, por serem doenças sistêmicas. Assim, o melhor controle se dá pela prevenção. Existem alguns antibióticos de uso agrícola, mas absolutamente desaconselhados, pelo grande risco de contaminação humana e ambiental que seu uso traz consigo.
Sabe-se que ao contrário de alguns fungos, as bactérias não penetram ativamente no corpo da planta, pelo fato de não possuírem artefatos biquímicos tais como enzimas que quando liberadas na superfície de uma folha, por exemplo, degradariam a cutícula da mesma diminuindo assim a resistência mecânica à penetração outrora existente.
Assim, seu melhor controle se dá controlando os agentes que literalmente colocariam as bactérias para dentro do corpo da planta, os vetores, especialmente insetos e ácaros.
Agora aqui, vamos falar dos ácaros que são seres microscópicos, como se pode ver na foto abaixo (retirada de Wikipedia), um ácaro bastante comum em nossas residências, a escala no canto inferior direito na mesma, cerca de 2 cm equivalendo-se a 50 μm, aumento de cerca de 400 vezes, ou ainda, 1 cm na foto equivalendo–se a 0,0025 cm na realidade.


ácaro da orquídea (praga):








Fungos em orquídeas:





Ferrugem(fungo):


cochonilha carapaça em orquídea(praga):



Cercosporiose em orquídea(fungos):


podridão negra em orquídea:













História do cultivo das orquídeas tropicais no Ocidente.


Segundo alguns estudiosos, a primeira orquídea tropical a ser cultivada na Europa foi uma espécie das Bahamas, do gênero Bletia (Bletia verecunda) e floresceu em 1732, na Inglaterra. Outros indicam como sendo a Brassavola nodosa, no século XVII, na Holanda.
No século XVIII, foram introduzidas na Europa várias espécies trazidas da China e das Antilhas e em 1794, 17 espécies estrangeiras já eram cultivadas no Jardim Botânico Real de Kew, na Inglaterra.
Em 1805, Robert Brown descobriu que as orquídeas tropicais eram epífitas mas a crença de que elas seriam parasitas persistiu por muito tempo e ainda hoje muitas pessoas continuam acreditando nisto.
Só a partir de 1818, o cultivo da orquídea começou a ser realmente difundido na Europa, quando William Cattley conseguiu fazer florir uma Cattleya labiata cujos bulbos chegaram até ele entre as folhagens que foram usadas para embalar um carregamento de plantas vindas do Brasil.
O século XIX foi tomado por uma verdadeira mania de orquídea tropical e elas alcançaram preços astronômicos. Missões eram enviadas aos trópicos para buscarem orquídeas para um público ávido de consumi-las. Muitos habitats foram destruídos para que o preço delas não baixassem e para que a espécie colhida ficasse cada vez mais rara. Muitas orquídeas morriam no transporte pois não se fazia a menor de idéia de como elas deveriam ser transportadas nem como deveriam ser cultivadas.
No mesmo século, alguns cultivadores passaram a se interessar em obter informações dos viajantes coletores de plantas sobre o habitat das orquídeas para, a partir daí, começarem a desenvolver uma técnica de cultivo mais adequada às espécies epífitas.



Entenda e veja algumas espécies de orquídeas



Orquídea Cattleya:

Cattleyas são amplamente conhecidos pelas suas flores grandes e showy, daí eles são um natural favorito para corsages. Eles também são alguns dos mais belos e exóticos sumptuosamente perfumadas flores no mundo.
Na natureza, cattleyas são encontrados nas florestas tropicais da América Latina, principalmente na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Paraguai e México. Eles são perenes de vida longa e, geralmente, flor, uma vez por ano. As plantas têm pseudobulbs, que são "falsas lâmpadas", gomos dormentes na base da planta que eventualmente tornar-se novos brotos. Estes turiões engrossar um tornar-se pseudobulbs, que funcionem como órgãos de armazenamento de nutrientes.
Cattleyas têm crescimento lento e ter 5-7 anos a partir de sementes de flores. Com base na sua filiação, Cattleya flores vêm em uma variedade de cores, inclusive branco, amarelo, rosa, verde, lilás, roxo e vermelho.



Orquídea Cymbidium:

Cymbidiums são os mais conhecidos e amplamente de todas as orquídeas. Eles podem sobreviver em praticamente qualquer lugar. Eles são de grande flor orquídeas, que se originou e ainda crescem selvagem nas regiões mais elevadas do Himalaia e outras partes do Oriente e Austrália.

Cymbidiums não são difíceis de crescer. Eles são propagados por rizoma divisão e prosperar em brilhante, mas luz indireta. Desprovido de luz, cymbidiums irá falhar um florescer. Preferem um Crescer em Orquídea casca fina, em alta umidade, e em temperaturas de 60 a 90 graus Fahrenheit durante o dia e 40 a 50 graus Fahrenheit uma noite.

Cymbidiums se diz ser a mais antiga Orquídea cultivada, tendo sido cultivado na China desde a época de Confúcio, conforme evidenciado pelos registros a partir de 500 aC.


Orquídea Dendrobium:

Dendrobium orquídeas são um grande gênero de orquídeas tropicais, com cerca de 1200 espécies. Eles podem ser encontrados em toda a diversas regiões, como a altitude dos Himalaias, a várzea florestas tropicais do Sudeste Asiático, e à seca deserto australiano. Novas espécies continuam a ser descobertas em Nova Guiné. Porque as próprias instalações são muito diversas, dependendo do local de sua origem, eles foram divididos em subgrupos: Nobile ou Himalaia, Nova Guiné, e australiano.
Essas espécies crescem pseudobulbs, que se juntam para formar reedlike caules. Dendrobiums podem variar muito em seus caules e folhas, mas o padrão de suas flores são bastante constante: a base das sépalas é anexada à coluna e do lábio base aparece como um queixo.


Orquídea, Epidendrum:

Mexican-nativa, Epidendrum orquídeas são popularmente conhecido como o "pobre homem da Orquídeas" porque eles são um dos mais fáceis a crescer orquídeas. Eles produzem delicadas Cattleya floresce em forma de uma cabeça esférica com o maior número de 40 flores em uma hora. As flores vêm em várias cores incluindo o branco, amarelo, laranja, vermelho, rosa, roxo, e todas as tonalidades entre eles.
Epidendrums são tão fáceis de propagar, produzindo keikis bebê ou plantas que podem ser destacados e replantadas. Eles proliferam sem muita lisonja que, em algumas partes da América do Sul, eles são ainda considerados como ervas daninhas. Eles podem crescer em temperaturas na ordem de 100 graus, assim como continuar crescendo até o congelamento. Eles crescem altas e podem chegar topo-pesado, assim, precisam de ser cultivadas ou talvez vedaram contra uma parede. Cultivadas ao ar livre na luz solar direta, podem geralmente seu próprio sustento.



Orquídea Masdevallia:


Nomeados para o Dr. José Masdeval de Espanha, a Masdevallia orquídeas podem ser encontradas em muitos lugares da América Latina. Muitos deles crescem nas montanhas dos Andes gama sobre árvore topos, mas eles podem ser epífitas, terrestres, ou lithophytes. Preferem a crescer na sombra, em locais de alta umidade e temperaturas arrefecer. Eles tendem a parar de crescer e deixar cair as suas folhas quando fica muito quente e luminoso para eles.
Masdevallia florações são em forma triangular com muito pequenas pétalas quase escondido no interior da flor. O mais visível e mais showy partes da flor são as sépalas, que suportará todas as cores e marcações e, geralmente, têm uma longa cauda. As plantas podem aparecer drooping, mas isso é normal para eles.


Orquídea Miltonia:

Miltonia Orquídeas são geralmente referidos como "Pansy Orquídeas", mas o agricultor tenha dividido este gênero em dois grupos: Miltonia Miltoniopsis e, a segunda das quais corresponde a um que se parece com o homossexual. Miltonia, as espécies, lembram uma orquídea Oncidium mais. Houve debates entre taxonomistas ou não a transferência do Miltonia ao gênero Oncidium porque são semelhantes em muitos aspectos.
Embora Miltonias provir quentes Brasil e principalmente florescem no outono, Miltoniopsis são locais mais frios a Colômbia ea flor mais durante a primavera. Miltonias tem 2-folhas pseudobulbs enquanto o Miltoniopsis' são 1-folhas. Miltonias tendem a ser espalhadas na aparência, enquanto Miltoniopsis são mais bem agrupado.



Orquídea miniatura:

Miniatura orquídeas são para aqueles que têm muito limitado espaço para crescer uma planta por Elas são menos do que na altura, excluindo inflorescência ou o cluster de blooms sobre uma sucursal. Estas plantas podem atingir a maturidade em uma pequena panela, cerca de 3 polegadas de diâmetro.
Algumas das favoritas miniaturas para crescer são as seguintes:
• Epidendrum longipetalum. A planta floresce gorgeous cremosa verde flores seqüencialmente durante meses. As pétalas delicadamente pendente pareço mimoso ballerinas.
• Epidendrum porpax. Este crescimento é rápido e blooms imediatamente em incríveis-olhando flores.
• horichiana Gongora. Isso é menos de metade do tamanho da maioria das orquídeas. Eles crescem em pequenos vasos e produzir uvas de bronzeado flores.
• Oncidium cheirophorum. Esta planta é sempre um favorito entre os ávidos orchidists. Ela floresce em vários ramos de flores amarelo claro e ensolarado dá um sotaque, é em qualquer lugar.
• Pleurothallis caligularis. Esta pequena planta produz bonita meia polegada de tamanho flores vermelhas com uma branca lábio.


Orquídea Oncidium:

Oncidiums foi apelidado de "Dancing Senhoras" ou "Dancing Bonecas" por alguns, porque suas flores parecem com uma tropa de ballerinas, enquanto outros se referem a eles como "Borboleta Orquídeas", porque também parece com o colorido insetos quando flutter na brisa. Por vezes são chamados de "Spray Orquídeas" bem como devido à sua capacidade para armazenar água.
Oncidium é um gênero complicado, com um lote de requalificação em curso entre as suas espécies. A maioria deles são epífitas, mas algumas também são lithophytes ou terrestres. Eles são encontrados em diferentes regiões tropicais das Américas e prosperar em áreas secas sazonais.
Alguns oncidiums pode crescer até uma altura de 5 metros. Suas flores, que têm enorme agradou pétalas e lábio, vêm em tons de amarelo, vermelho, branco e rosa. Oncidium coluna espécies têm asas e pseudobulbs de até três folhas.



Orquídea Paphiopedilum:

Originalmente do Sudeste da Ásia, as orquídeas Paphiopedilum é vulgarmente conhecida como "Lady Slipper Orchid", pois o lábio da flor parecido com o dedo do pé de um chinelo. Outra descrição comparativa da flor é a de um capacete com moustaches abaixo. Um tronco produz normalmente uma a duas flores, que são frequentemente Speckled ou listrado, em cores de amarelo, verde, vermelho, rosa, marrom, castanho-avermelhado, e bronzeado. A aparência cerosa das flores dá a impressão de que eles são artificiais. Que podem durar mais de um mês não faz nada para desiludir os ignorantes desta noção.
Paphiopedilums crescem em estado selvagem terrestre e são fáceis de cuidar como um hobby. Eles fazem grandes houseplants, florescente no ar frio e regular nebulização. Criados a partir de sementes ou por divisão raiz, a planta está disponível durante todo o ano.



Orquídea Phalaenopsis:

Phalaenopsis O seu nome vem Phalaena, que é o que Carolus Linnaeus chamado um grupo de grandes mariposas, porque suas flores olhar como mariposas em voo. É por isso que esta espécie é também vulgarmente conhecido como "Moth Orchid".
Phalaenopsis orquídeas são principalmente epifíticas embora algumas sejam também lithophytic. Eles são encontrados no Himalaia, Sudeste Asiático, Taiwan, e do Norte da Austrália. Elas crescem em florestas úmidas e úmidas onde estão sombreadas da luz solar directa.
A Phalaenopsis flores anualmente, e as flores durar várias semanas. Dentro da casa, ele pode continuar a fazê-lo por dois a três meses. As flores podem ser branco, amarelo, rosa ou na cor. Existem dois tipos de Phalaenopsis baseados na flores que produzem: multi-florais e novidade. O multi-florais variedade produz flores menores em maior número. A novidade Phalaenopsis tem menos, mas mais coloridas flores.



Orquídea paphiopedilum-spicerianum:

Famosa pela sua beleza exótica e diversidade, orquídeas são a maior família de plantas do planeta com cerca de 30.000 espécies únicas, mais de um terço dos quais são encontradas nos trópicos. Para lhe dar uma idéia da extensão da variedade quando se fala de orquídeas, você deve perceber que as cores disponíveis circunavegar espectro de cores, talvez saltando apenas verdade preto. Quanto à dimensão, uma orquídea florescer podem ser todos de 20 mm de diâmetro (do tamanho de uma pequena moeda), e outro pode ter 30 polegadas pétalas e pesar uma tonelada. Em geral, a estrutura floral é o mesmo para todas as espécies, e cada flor tem seis partes com os três sépalas exterior e interior dos três pétalas.
Orquídeas podem ser encontrados em todo o globo, exceto na Antártida. Algumas espécies são pantropical e são encontradas em qualquer país tropical e algumas delas são endêmicas e são exclusivos de uma determinada localização. A maioria das orquídeas prosperam em florestas tropicais, mas há alguns que são encontradas em regiões áridas, zonas costeiras, e na tundra.




Orquídea Vandas:

Vandas são flores tropicais que são fáceis de crescer desde que estejam no bom clima. As flores são maravilhosas com cores variando de branco, amarelo, verde, laranja, vermelho, azul e vinho de reais. O Blue Vanda é o orgulho de muitos ávidos orchidists.
Encontrado na Índia, o Himalaia, Sudeste Asiático, incluindo a parte sul da China, Nova Guiné, e do Norte da Austrália, são muito gratificantes orquídeas vandas a crescer como eles freqüentemente florescer grandes showy flores que duram de duas a três semanas. Vanda, como gêneros, é um dos mais importantes na família, na medida do Orchid hybridists estão em causa. Algumas das suas espécies são as fontes das cores azul e amarela para a criação de híbridos.
A Vanda tem um hábito monopodial crescimento com a aparência de suas folhas varia dependendo de seu habitat. Vanda Muitas espécies estão ameaçadas de extinção e à exportação ou à coleção de plantas selvagens é proibido internacionalmente.



Orquídea Zygopetalum:

Zygopetalum orquídeas são conhecidas por serem fortemente perfumada. Growers aconselhar hobbyists para torná-los companheiros de orquídeas Cymbidium porque basicamente têm as mesmas exigências. A borda do Zygopetalum na Cymbidium é que o antigo produz flores durante o ano todo. Zygopetalums são relativamente fáceis de crescer, prosperar na moderada e leve em um ambiente úmido. No mundo selvagem, eles são geralmente encontradas em florestas tropicais da América do Sul e Central.
Zygopetalums são categorizados como soft-folha orquídeas porque suas folhas estão semelhante a couro e cinta-like. Os blooms podem vir em cores de cor branca, creme, verde brilhante, vinho, roxo e com os padrões geralmente semelhantes às de um lilás.



Os 6 princípios básicos, de cultivo das orquídeas

Temperatura:

A maior parte das orquídeas se adaptam bem com temperaturas entre 15 e 25º C. Entretanto, há aquelas que suportam temperaturas mais baixas, como Cymbidium, Odontoglossum, Miltônias colombianas, todas nativas de regiões elevadas.
Outras já não toleram o frio. É o caso das orquídeas nativas dos pântanos da Amazônia, como C. áurea, C. eldorado, C. violácea, Diacrium, Galeandra, Acaccalls

Água e Umidade:

A umidade relativa. do ar (quantidade de vapor d'água existente na atmosfera) nunca deve estar abaixo de 30%, caso contrário, as plantas se desidratarão rapidamente. Em dias quentes, a umidade relativa do ar é menor por isso é necessário manter o ambiente úmido e molhar não apenas a planta, mas também o próprio ambiente. Num jardim, com muitas plantas e solo de terra a umidade relativa é bem maior do que numa área sem plantas com piso de cimento.
OBSERVAÇÃO: Nunca molhe as plantas quando as folhas estiverem quentes pela incidência da luz solar. Molhe pela manhã ou no fim da tarde, quando o sol estiver no horizonte. Se precisar molhar durante o dia, espere uma nuvem cobrir o sol por cerca de 10 minutos para que as folhas esfriem. Somente, então, borrife as folhas, pois umedecê-las é extremamente benéfico. Mas não encharque o vaso, pois as raízes podem apodrecer.

Luminosidade:

As orquídeas devem ser protegidas contra a incidência direta dos raios solares que as queimam.
O ideal é manter as plantas sob um ripado, uma folhagem de árvores ou uma tela plástica tipo SOMBRITE de 50%. Assim elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese. Se as folhas estiverem com cor verde garrafa, é sinal de que estão precisando de mais luz, e como resultado disso, no caso de Cattleyas e gêneros afins, os bulbos ficam alongados e caídos com sérios prejuízos para a floração.
Caso estiverem com uma cor amarelada, estão com excesso de luz e isso poderá ocasionar uma séria desidratação e consequentemente atrofiamento.

Ventilação:

A boa ventilação é um fator muito importante para o êxito da cultura de orquídeas. Procurar sempre um lugar bem arejado e ventilado para a colocação das plantas. Nas regiões de frio intenso, as plantas devem ser protegidas das correntes frias durante o inverno. Nas regiões de clima quente ou ameno o arejamento deverá ser permanente. O aparecimento de fungos e pragas está diretamente ligado à quantidade do arejamento dispensado ao ambiente de cultivo.

Adubação:

As orquídeas precisam ser alimentadas. Os adubos podem ser de origem orgânica ou inorgânica. Os inorgânicos são. formulações de produtos químicos que liberam prontamente os elementos necessários. Além da maior velocidade para disponibilizar os nutrientes; os adubos inorgânicos também têm uma formulação conhecida, como o Nitrogênio, Fósforo e Potássio (N-P-K). Além destes, um adubo completo contém também microelementos, tais como magnésio, ferro, zinco, boro; manganês, cobre e molibdênio, que são essenciais no metabolismo dos vegetais. Assim, uma fórmula rica em Nitrogênio (30-10-10, por exemplo) é mais adequada para as plantas novas ou para estimular a brotação das adultas. Uma formulação rica em fósforo (10-30-20) fortalece e estimulação à floração, devendo ser aplicada nos quatro meses que a antecedem. Adubar preferencialmente na freqüência de 15 em 15 dias.
Regue os vasos abundantemente com água pura a cada dois meses de modo a eliminar restos de sais não assimilados e concentrados no substrato. Estes sais, em excessos, podem provocar a queima das raízes.
Quando o adubo for líquido, dilua um mililitro (é igual a um centímetro cúbico) em um litro d'água. Uma seringa de injeção é um medidor prático. Quando for sólido, mas solúvel em água, dilua uma colher de chá em um litro de água numa freqüência de uma vez por semana. Essas soluções podem atuar como adubo foliar, mas nunca aplique durante o dia, pois os estômatos (minúsculas válvulas) estão fechados. Faça-o de manhã, antes do sol nascer, ou no fim da tarde, molhando os dois lados das folhas (o número de estômatos é maior na parte de baixo das folhas).
Concentração de adubo menor do que a indicada acima ou pelo fabricante nunca é prejudicial.